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Mercedes-Benz SL - 50 Anos
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300 Sport - W194
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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300 SL "Gullwing" - W198
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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300 SL Roadster - W198
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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230 SL "Pagoda" - W113
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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350 SL - R107
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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500 SL - R129
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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SL 500 - R230
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
O Jubileu de Ouro de um Clássico
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300 SL e 500 SL

 

Mundialmente reconhecida como a série de veículos esportivos mais importante e significativa na história do automóvel, a série SL da Mercedes-Benz completou em 2004, 50 anos de existência e foi a responsável pelo retorno às pistas, do célebre fabricante de Stuttgart após a segunda guerra mundial.

A denominção SL vem do alemão Sport (esporte) Leicht (leve), e apesar de alguns SL não serem exatamente frugais em seu peso, estas letras tem um significado que fez, e continua fazendo história.

 

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Clique para ampliar 300 SL - Le Mans - 1952
Clique para ampliar 300 SL - Mille Miglia - 1952
Clique para ampliar 300 SL - Carrera Panamericana - 1952

1952 - 300 Sport - ( W194 )

 

Tudo começa já em 1947, apenas dois anos após o fim do conflito, quando Rudolf Uhlenhaut e seu time de engenheiros inicia o desenvolvimento do projeto 300 Sport, um novo carro esporte que se tornaria uma lenda no mundo automobilístico. Com recursos financeiros, logísticos e até de peças extremamente limitados, foi determinado que o coração da 300SL seria um motor de seis cilindros em linha com 3 litros de deslocamento.

 

Em 1951 era introduzido o 300 Limousine “Adenauer” e vários de seus componentes mecânicos acabaram por ser herdados pela 300SL.. As grandes novidades desse novo esportivo eram um chassis tubular que pesava somente 50 kg e era envolvido por uma belíssima carroceria de alumínio com um Cx (Coeficiente de penetração aerodinâmica) de apenas 0.25, um valor não superado até hoje por nenhum outro modelo Mercedes-Benz. Devido ao tipo de construção, as portas se abriam para cima, um detalhe ultra futurístico que conferiu ao modelo seu tão conhecido nome de “Asa de Gaivota” ou "Gull Wing" na língua inglesa.

Em março de 1952, os agora denominados W194 foram apresentados à imprensa alemã na autobahn Stuttgart-Heilbronn causando verdadeiro furor entre os jornalistas. A ilustre carreira profissional da 300SL inclui performances espetaculares ainda em 1952 conquistando 1º, 2º, 3º e 4º lugares no Laço Norte de Nürburgring, 2º e 4º na Mille Miglia e 1º, 2º e 3º em Berne além de vencer a mais famosa e prestigiada de todas as competições de turismo, as 24 Horas de Le Mans levando também o 2º lugar na prova.

 

No fim de 1952 para fechar o ano no topo, o carro n° 4 pilotado por Kling e Klenk conquistou a vitória na Carrera Panamericana seguido por Hermann Lang e Erwin Grupp em 2º no carro n° 3 e como se estes fantásticos resultados não bastassem, a prova foi completada em menos de 19 horas, 3 horas a menos que o recorde anterior !

 


Clique para ampliar 300 SL - Chassis Tubular

Clique para ampliar 300 SL - New York Auto Show - 1954

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300 SL - "Gull Wing" - 1955
Clique para ampliar 300 SL - "Roadster" - 1957
Clique para ampliar 190 SL - "Roadster" - 1955

1954 - 300 SL - ( W198 )

 

A versão de rua da SL provavelmente não teria sido fabricada não fosse a insistência e pressão de Max Hoffman (primeiro importador desta série no mercado americano) e vários outros importadores nos Estados Unidos, onde finalmente em 1954 era introduzido o W198 (nova denominação para o modelo) em sua versão de rua perante aos olhares perplexos do público presente ao New York Auto Show.

 

A partir daí ¾ de todos os 300SL produzidos foram vendidos nos EUA. Em 1957 o “Asa de Gaivota - Gull Wing” , sai de linha e o rodaster (conversível) entra em produção, sendo oferecido até 1963.

 

O preço elevadíssimo das 300SL era porém um obstáculo para as vendas e portanto era necessário introduzir um modelo mais barato, prático e simples mas que possuísse um estilo semelhante, tornando assim o sonho de possuir um SL mais acessível ao público.

 

 


1955 - 190 SL - ( W121 )

Em 1954 um protótipo da 190SL foi apresentado junto com o 300SL e em 1955 se inicia sua produção que vai até 1963 com o lançamento das W113 “Pagoda” .

As 190SL eram vastamente superiores a concorrência na época, elegantes, bem acabados, silenciosos e confiáveis, suas capotas não vazavam água e sua manutenção era relativamente simples. O motor 1.9 de quatro cilindros não era exatamente uma usina de força mas se mostrava suficiente para o papel no automóvel. Somente versões conversíveis com teto rígido removível foram produzidas.


Clique para ampliar 230 SL - Salão de Paris - 1963
Clique para ampliar 230 SL - W113 - "Pagoda"
Clique para ampliar 230 SL - Rallye Liege/Sofia/Liege
Clique para ampliar 230 SL e o vencedor Böhringer

1963 - 230 SL - 280 SL ( W113 )

 

Com o final da produção das 300SL e as 190SL já mostrando estar um pouco ultrapassadas, a Mercedes-Benz toma a decisão de substituir de uma só vez os dois modelos por um único veículo. Era lançado em 1963 no Salão do Automóvel de Paris o 230SL W113.

Com um design completamente novo, o teto mais alto nas bordas que no centro confere a essa série o apelido de “Pagoda”. Todos os modelos oferecidos de 1964 a 1971 eram seis cilindros, 230SL de 1963 a 1966, 250SL em 1967 (apenas dois 250SL foram fabricados em 1968) e 280SL de 1968 até 1971.

 

Seguindo a tradição de competir em eventos do calendário automobilístico mundial, uma 230SL ainda em 1963 venceu o rallye Liege-Sofia-Liege pilotado por Böhringer/Kaiser.

 

As "Pagoda" são talvez os carros mais belos de toda a família SL, com linhas delicadas e ao mesmo tempo marcantes, um perfeito balanço entre elegância e esportividade.

 


Clique para ampliar Projeto - R107

Clique para ampliar Linha de montagem - R107

Clique para ampliar 450 SL - R107
Clique para ampliar 450 SLC 5.0 - C107
Clique para ampliar 1978 Rallye América do Sul - 450 SLC

1971 - 280 SL - 560 SL ( R/C 107 )

 

Em 1971 novamente no Salão de Paris, é introduzida a série de produção mais longa até hoje pela Mercedes, as R107.

 

Essa família de SL’s conquistou números de vendas até então inéditos para um conversível da marca com mais de 237 mil unidades comercializadas entre 1971 e 1989.

 

Produzida em versões com motorizações de 6 e 8 cilindros os modelos iam do 280SL ao 560SL com potências de 185cv a 300cv. Em 1972 as SLC (C107) se juntaram a família R107, estes sendo coupes fechados de quatro lugares com entre eixos mais comprido.

 

Apesar de uma 230SL "Pagoda" ter vencido o rallye mencionado acima, a série SL não obtinha resultados significativos no circuito de competições no automobilismo mundial, desde a era das "Asa de Gaivota", e finalmente em 1978, 3 modelos 450SLC terminaram em 1º, 2º e 4º lugares no Rallye da América do Sul, considerado como um dos mais longos e piores da história do automobilismo mundial.

 

Um ano mais tarde em 1979 foi a vez do 450SLC 5.0 chegar em 2º no rallye do Leste Africano e conquistar a 1ª, 2ª, 3ª e 4ª posições no Bandama. Em 1980 as 500SLC cruzam a linha de chegada do Bandama em 1º e 2º .

 


Clique para ampliar 500 SL - Interior
Clique para ampliar 500 SL - R129
Clique para ampliar 600 SL "V12" - R129

1989 - 280 SL - SL 600 ( R129 )

 

Com a chegada dos anos 90, após 18 anos de sucesso e ainda gozando de boas vendas apesar da idade, as R107 cedem lugar para as modernas R129.

 

Com estilo típico da marca nos anos 90, linhas mais retas e angulares as R129 foram as primeiras SL a possuir o teto de tecido com acionamento elétrico. A capota dura continuava a ser disponível para climas mais ásperos e essa série foi também a primeira SL a utilizar o motor M120 de 12 cilindros em V e 389hp a partir de 1992.

 

A eletrônica começa a tomar conta de vários sistemas. O controle de tração (ASR) e ajuste eletrônico dos amortecedores eram opcionais, e os freios ABS standard em todos os modelos, do 280SL ao 600SL.

 


SL 500 - R230

2001 - SL350-SL500-SL600 ( R230 )

 

Finalmente em 2001 entra em cena o R230. Desde as "Asa de Gaivota", as SL haviam se tornado carros menos agressivos e o R230 foi projetado para trazer de volta o espírito do puro esportivo porém, fazendo o triplo papel de roadster, coupe e carro esporte.

O teto agora é todo de aço, eliminando a necessidade de duas capotas. Seu acionamento elétrico pode transformar a configuração do carro em segundos. O R230 utiliza o que há de mais avançado em matéria de controles eletrônicos, tendo capacidade para gerenciar todos os sistemas do veículo.

A grande novidade é a introdução do “brake by wire” onde o pedal de freio não é conectado ao cilindro mestre, mas simplesmente atua como um potenciômetro conectado a um sistema eletrônico que traduz a pressão no pedal em poder de frenagem através de atuadores e bombas hidráulicas. Toda essa tecnologia porém não tira o aspecto de puro esportivo do carro que tem um comportamento espetacular durante qualquer tipo de condução.

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Mercedes-Benz SL 600 - R230

Não cabe dúvida que as Mercedes-Benz SL são um ícone no mundo automobilístico. Nascidos da idéia de retornar as pistas, todas as gerações dessa família de automóveis continuam deixando sua marca nas ruas, estradas e boulevards por onde circulam.


Das revolucionárias "Asa de Gaivota" à ultra sofisticada R230, são 50 anos de sucesso!

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Parabéns SL !!!

 

MBClassic team !

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